Limite de Faturamento do Simples Nacional em 2026. O que acontece se eu ultrapassar?

Dicas Essenciais, Empreendedorismo| 20 de ago de 2025
Limite de Faturamento do Simples Nacional em 2026. O que acontece se eu ultrapassar? - Meu Contador Online

O Simples Nacional é, sem dúvida, o regime tributário mais utilizado por micro e pequenas empresas no Brasil. Criado para simplificar a vida do empreendedor, ele reduz a burocracia e unifica o pagamento de tributos em uma única guia, conhecida como DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Além disso, costuma oferecer alíquotas mais vantajosas em comparação com outros regimes, como o Lucro Presumido.

Mas existe uma regra fundamental que todo empresário precisa conhecer: o limite de faturamento do Simples Nacional. Atualmente fixado em R$ 4,8 milhões por ano, esse teto determina se a empresa pode ou não continuar no regime. O problema é que muitos empreendedores descobrem essa regra apenas quando já estão próximos de ultrapassá-la — e é aí que surgem dúvidas e preocupações.

Afinal:

  • O que acontece se minha empresa ultrapassar o limite de faturamento do Simples Nacional?

  • Existe alguma tolerância ou margem para faturar um pouco a mais?

  • Posso ser excluído do regime no meio do ano?

  • Qual o impacto tributário de migrar para outro regime?

Poucos sabem que a legislação prevê uma margem de 20% de tolerância, permitindo que o faturamento chegue a R$ 5,76 milhões/ano em determinadas situações. Porém, se o limite for ultrapassado além disso, as consequências podem ser graves: exclusão imediata do Simples, recálculo de todos os tributos desde janeiro e cobrança de diferenças com juros e multa.

Neste artigo, você vai entender em detalhes:

  • Qual é o limite de faturamento do Simples Nacional e como ele funciona.

  • O que acontece se a empresa ultrapassar esse limite.

  • Como age a regra dos 20% e quando ela se aplica.

  • Exemplos práticos de cálculos para entender o impacto financeiro.

  • E, principalmente, como se preparar para crescer sem ser pego de surpresa pela Receita Federal.

Se sua empresa está em expansão e você tem dúvidas sobre até onde pode faturar dentro do Simples, continue a leitura: este guia foi feito para você.


1. Qual é o Limite de Faturamento no Simples Nacional?

O Simples Nacional foi criado em 2006 para simplificar a vida das micro e pequenas empresas, reunindo em uma única guia oito tributos diferentes. Para ter acesso a essa facilidade, a lei estabelece um limite máximo de faturamento anual, que serve como critério de enquadramento no regime.

1.1 O teto atual

Atualmente, o limite de faturamento do Simples Nacional é de R$ 4,8 milhões por ano. Esse valor corresponde à receita bruta total da empresa nos últimos 12 meses, somando todas as vendas e serviços prestados, sem descontar despesas.

👉 Isso significa que não importa o lucro real: o cálculo leva em consideração o faturamento bruto.

1.2 Classificação das empresas

Dentro do Simples Nacional, existem duas categorias principais de empresas:

  • ME (Microempresa): faturamento de até R$ 360 mil/ano.

  • EPP (Empresa de Pequeno Porte): faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões/ano.

Já empresas com faturamento acima desse teto são obrigadas a migrar para outros regimes (Lucro Presumido ou Lucro Real).

1.3 Atenção ao faturamento mensal

A Receita não olha apenas o valor anual. Ela acompanha também a média de faturamento mensal da empresa.

  • Se a empresa ultrapassar o limite de forma pontual, pode continuar no regime até o fim do ano.

  • Mas se o excesso for significativo ou recorrente, a exclusão pode ser imediata.

1.4 Exemplos práticos

  • Exemplo 1: Uma empresa de serviços fatura R$ 300 mil/mês durante 12 meses.

    • Total anual: R$ 3,6 milhões.

    • Resultado: permanece no Simples como EPP.

  • Exemplo 2: Uma loja fatura R$ 420 mil/mês durante 12 meses.

    • Total anual: R$ 5,04 milhões.

    • Resultado: ultrapassa o limite de R$ 4,8 milhões, mas ainda está dentro da margem de 20% → pode ficar no Simples até dezembro, mas será obrigada a sair no ano seguinte.

  • Exemplo 3: Uma empresa fatura R$ 500 mil/mês durante 12 meses.

    • Total anual: R$ 6 milhões.

    • Resultado: ultrapassa em mais de 20% → será excluída retroativamente a janeiro, com recálculo de todos os impostos do ano.

1.5 Por que o limite é tão importante?

O limite de faturamento é a fronteira entre a simplicidade do Simples e a complexidade dos outros regimes tributários. Enquanto dentro do limite a empresa paga tributos de forma unificada e muitas vezes com alíquotas menores, fora dele passa a ter que lidar com guias separadas, obrigações acessórias mais complexas e, na maioria dos casos, uma carga tributária mais pesada.


2. O que Acontece ao Ultrapassar o Limite do Simples Nacional?

O limite de R$ 4,8 milhões/ano é o marco para permanecer no Simples Nacional. Mas a lei não trata todas as situações da mesma forma. Dependendo do quanto a empresa ultrapassa esse teto, as consequências variam.

Podemos dividir em três cenários:


2.1 Faturamento até R$ 4,8 milhões

Esse é o cenário ideal.

  • A empresa permanece normalmente no Simples Nacional.

  • No ano seguinte, pode continuar no mesmo regime, desde que não ultrapasse o limite novamente.

  • Não há nenhum impacto tributário ou necessidade de migração.

👉 Exemplo prático:
Uma empresa de tecnologia faturou R$ 4,6 milhões em 2024.

  • Resultado: permanece no Simples Nacional em 2025 sem qualquer problema.


2.2 Faturamento entre R$ 4,8 milhões e R$ 5,76 milhões (até 20% acima do limite)

Aqui entra a chamada margem de tolerância. A legislação permite que empresas que ultrapassem o limite em até 20% ainda permaneçam no Simples até dezembro do mesmo ano.

Porém, atenção:

  • A partir de 1º de janeiro do ano seguinte, a empresa será automaticamente excluída do regime.

  • Ela deverá migrar para o Lucro Presumido ou Lucro Real, dependendo do faturamento e da atividade.

  • O faturamento excedente (a parcela acima de R$ 4,8 milhões) pode ter que ser tributado de forma diferente já no próprio ano.

👉 Exemplo prático:
Uma empresa de logística faturou R$ 5,2 milhões em 2024.

  • Resultado:

    • Continua no Simples até dezembro de 2024.

    • A partir de 2025, precisa obrigatoriamente migrar para outro regime.


2.3 Faturamento acima de R$ 5,76 milhões (mais de 20% acima do limite)

Esse é o cenário mais crítico.

  • A exclusão do Simples Nacional é imediata e retroativa a janeiro do mesmo ano.

  • Todos os impostos pagos via DAS desde o início do ano deixam de valer.

  • A empresa precisa recalcular tributos (Lucro Presumido ou Real) referentes a todos os meses anteriores.

  • O valor adicional costuma ser alto, já que inclui diferença de alíquotas, juros e multas.

👉 Exemplo prático:
Uma empresa de comércio faturou R$ 6 milhões em 2024.

  • Resultado:

    • Excedeu o limite em mais de 20%.

    • É excluída do Simples Nacional retroativamente a janeiro.

    • Precisa recalcular os tributos de todo o ano no Lucro Presumido.

    • Diferença pode chegar a centenas de milhares de reais.


2.4 Impacto prático desses cenários

  • Até R$ 4,8 milhões: tranquilidade.

  • Entre R$ 4,8M e R$ 5,76M: aviso de “atenção” → permanece até dezembro, mas sai no próximo ano.

  • Acima de R$ 5,76M: alerta vermelho → exclusão retroativa, recálculo de tributos e possível rombo no caixa.


👉 Em resumo: ultrapassar o limite não significa automaticamente um desastre, mas exige cuidado. Se a empresa está crescendo e corre o risco de chegar perto do teto, é essencial ter acompanhamento contábil para planejar a migração e evitar surpresas.


3. Exemplos Práticos de Ultrapassagem do Limite

Entender a teoria é importante, mas nada melhor do que exemplos para visualizar os impactos de ultrapassar o limite de faturamento do Simples Nacional. Vamos analisar três tipos de negócios distintos: prestador de serviços, empresa de comércio e indústria.


3.1 Exemplo 1 – Prestador de Serviços (Consultoria)

Cenário:

  • Empresa de consultoria empresarial.

  • Faturamento mensal: R$ 420 mil.

  • Total no ano: R$ 5,04 milhões.

Situação:

  • O limite anual é R$ 4,8 milhões.

  • A empresa faturou R$ 240 mil a mais → dentro da tolerância de 20% (até R$ 5,76M).

Consequência:

  • Pode permanecer no Simples até dezembro do ano em questão.

  • A partir de janeiro do ano seguinte, será excluída e terá que migrar para Lucro Presumido.

👉 Impacto: precisa se planejar, pois a carga tributária pode subir de 12% no Simples para 15% no Presumido, resultando em um aumento de aproximadamente R$ 12.600/mês em tributos no próximo exercício.


3.2 Exemplo 2 – Comércio (Loja de Varejo)

Cenário:

  • Loja de eletrônicos.

  • Faturamento mensal: R$ 500 mil.

  • Total no ano: R$ 6 milhões.

Situação:

  • O limite é R$ 4,8 milhões.

  • A empresa faturou R$ 1,2 milhão a mais → ultrapassou 20% da tolerância.

Consequência:

  • Exclusão imediata e retroativa a janeiro.

  • Todos os tributos pagos via DAS deixam de valer.

  • A empresa terá que recalcular os 12 meses de tributos pelo Lucro Presumido (com carga média de 13,3% no comércio).

👉 Impacto: diferença de 2% a 3% sobre R$ 6 milhões = R$ 120.000 a R$ 180.000 adicionais em impostos, fora juros e multa.


3.3 Exemplo 3 – Indústria de Pequeno Porte

Cenário:

  • Fábrica de móveis planejados.

  • Faturamento mensal: R$ 380 mil.

  • Total no ano: R$ 4,56 milhões.

Situação:

  • Não ultrapassou o limite de R$ 4,8 milhões.

  • Continua enquadrada normalmente no Simples Nacional.

Consequência:

  • Pode permanecer no regime sem alterações.

  • No entanto, se continuar crescendo, pode ultrapassar o limite já no próximo ano.

👉 Impacto: neste caso, não há prejuízo imediato, mas o empresário deve projetar o crescimento, pois no ano seguinte pode atingir valores acima de R$ 5 milhões, exigindo migração.


3.4 Comparativo Visual

Tipo de Empresa Faturamento Anual Situação no Simples Consequência Impacto Tributário
Consultoria (Serviços) R$ 5,04 milhões Dentro da tolerância (até 20%) Sai do Simples no próximo ano + ~R$ 12.600/mês em tributos
Comércio (Varejo) R$ 6,0 milhões Acima de 20% Exclusão retroativa a janeiro + R$ 120k a 180k/ano
Indústria (Móveis) R$ 4,56 milhões Dentro do limite Permanece no Simples Sem impacto imediato

✅ Esses exemplos mostram como a ultrapassagem do limite pode ter impactos muito diferentes dependendo do setor, do faturamento e da forma como a empresa se planeja.


4. Consequências de Ultrapassar o Limite do Simples Nacional

Ultrapassar o limite de faturamento do Simples Nacional não significa apenas mudar de regime. As consequências envolvem aumento de carga tributária, mais burocracia e até riscos fiscais se a empresa não se organizar corretamente.

A seguir, veja os principais impactos:


4.1 Exclusão do Simples Nacional

  • Quando a empresa ultrapassa o limite de R$ 4,8 milhões, ela perde o direito de permanecer no regime.

  • Se o faturamento ficar entre R$ 4,8 milhões e R$ 5,76 milhões, a exclusão só ocorre no ano seguinte.

  • Se ultrapassar R$ 5,76 milhões, a exclusão é retroativa a janeiro, o que gera um passivo tributário imediato.


4.2 Obrigatoriedade de Migrar para Outro Regime

Ao sair do Simples, a empresa obrigatoriamente passa a recolher tributos pelo:

  • Lucro Presumido: em muitos casos a opção mais comum para quem fatura até R$ 78 milhões/ano.

  • Lucro Real: obrigatório em alguns segmentos e empresas maiores.

👉 Isso muda totalmente a forma de cálculo dos impostos e aumenta a complexidade da contabilidade.


4.3 Aumento da Carga Tributária

No Simples Nacional, os impostos são cobrados em guia única e muitas vezes com alíquotas mais baixas.
Fora dele:

  • Os tributos passam a ser pagos separadamente (IRPJ, CSLL, PIS, Cofins, ISS/ICMS etc.).

  • A alíquota efetiva geralmente sobe.

  • Exemplo: uma empresa de serviços que pagava 12% no Simples pode passar a pagar 15% a 16% no Lucro Presumido.


4.4 Recalcular Tributos Retroativamente

Se o faturamento ultrapassar mais de 20% acima do limite (R$ 5,76 milhões), a exclusão é retroativa:

  • Todos os impostos pagos no DAS deixam de valer.

  • É necessário recalcular os tributos desde janeiro no regime novo.

  • Isso pode gerar dívidas muito altas de uma só vez, comprometendo o caixa da empresa.


4.5 Mais Burocracia e Obrigações Acessórias

O Simples Nacional tem menos obrigações acessórias. Já no Lucro Presumido ou Lucro Real, a empresa passa a ter que lidar com:

  • SPED Fiscal e Contribuições.

  • EFD-Reinf.

  • Escrituração Contábil Digital (ECD).

  • Escrituração Contábil Fiscal (ECF).
    👉 Tudo isso aumenta custos administrativos e demanda mais apoio contábil.


4.6 Riscos Fiscais e Multas

Empresas que não se planejam e ultrapassam o limite sem perceber podem:

  • Ser surpreendidas com notificação da Receita Federal.

  • Pagar tributos em atraso com multa e juros.

  • Sofrer autuações, bloqueios de CNPJ e até inscrição em dívida ativa.


4.7 Impacto no Caixa da Empresa

O aumento repentino de impostos e a necessidade de pagar retroativos podem comprometer o fluxo de caixa.
Muitos negócios que crescem rápido e não se organizam acabam ficando endividados justamente por não planejarem a saída do Simples.


✅ Em resumo: ultrapassar o limite do Simples Nacional é um reflexo positivo do crescimento da empresa, mas sem planejamento pode se transformar em um grande problema.


5. Como se Preparar para Não Ser Pego de Surpresa

Ultrapassar o limite de faturamento do Simples Nacional pode ser um marco positivo de crescimento, mas também um risco se o empreendedor não se organizar. Felizmente, com alguns cuidados é possível antecipar cenários, evitar exclusões repentinas e garantir uma transição segura para outro regime tributário.

Aqui estão as principais estratégias:


5.1 Monitorar o Faturamento Mensalmente

  • O limite do Simples Nacional é anual, mas a Receita acompanha mês a mês.

  • Empresas que controlam o faturamento só no final do ano podem ser surpreendidas.

  • Use relatórios mensais ou softwares de gestão que consolidem as notas fiscais emitidas.

👉 Dica prática: crie um painel simples com o acumulado de receita nos últimos 12 meses. Assim, você sempre sabe o quanto ainda pode faturar antes de estourar o limite.


5.2 Fazer Projeções de Crescimento

  • Se sua empresa está crescendo, não basta olhar o faturamento atual — é preciso projetar.

  • Estime quanto será faturado nos próximos meses com base em contratos, pedidos já feitos e sazonalidade do setor.

  • Se perceber que vai ultrapassar o limite, antecipe o planejamento da migração.

👉 Exemplo: uma empresa que já faturou R$ 4 milhões até setembro precisa projetar se os últimos três meses vão passar de R$ 800 mil.


5.3 Avaliar a Margem de Tolerância (20%)

  • Muitas empresas ficam preocupadas ao passar dos R$ 4,8 milhões, mas esquecem que existe uma tolerância até R$ 5,76 milhões.

  • Isso dá fôlego para permanecer no regime até dezembro e planejar a transição para o ano seguinte.

  • O problema é passar acima disso, o que gera exclusão retroativa e recálculo de impostos.

👉 Ou seja: se vai ultrapassar, que seja dentro do “limite do limite” — a margem de 20%.


5.4 Planejar a Migração com Antecedência

  • Migrar do Simples para o Lucro Presumido ou Real exige ajustes na contabilidade.

  • É preciso rever:

    • Estrutura de custos.

    • Contratos com clientes (possível mudança de preço).

    • Organização de notas fiscais e declarações.

  • Quanto mais cedo esse planejamento for feito, menor o risco de surpresas desagradáveis.


5.5 Organizar a Contabilidade e Separar Contas

  • Muitas empresas no Simples misturam contas pessoais e empresariais, mas fora dele isso se torna insustentável.

  • Ao migrar para outro regime, será necessário comprovar despesas, manter livros contábeis e atender obrigações acessórias.

  • Portanto, a separação financeira deve começar antes.


5.6 Contar com Acompanhamento Contábil Especializado

  • Uma contabilidade online acompanha o faturamento em tempo real, alerta sobre riscos e faz simulações comparativas entre regimes.

  • Isso permite ao empresário saber exatamente:

    • Quando deve migrar.

    • Quanto vai pagar a mais ou a menos em cada cenário.

    • Qual é a melhor estratégia para continuar crescendo sem sufoco tributário.

👉 É nesse ponto que a contabilidade deixa de ser um “custo” e se torna um investimento em economia e segurança fiscal.


✅ Em resumo: quem acompanha de perto o faturamento, faz projeções, entende a regra dos 20% e planeja a migração de regime, transforma um possível problema em uma transição tranquila.


Conclusão

Ultrapassar o limite de faturamento do Simples Nacional é, antes de tudo, um sinal de crescimento. Significa que a sua empresa está expandindo, conquistando novos clientes e ganhando espaço no mercado. Mas esse avanço precisa ser acompanhado de um bom planejamento tributário, caso contrário, a comemoração pode virar dor de cabeça.

Como vimos neste artigo, existem três cenários possíveis:

  • Até R$ 4,8 milhões/ano → empresa permanece normalmente no Simples.

  • Entre R$ 4,8 milhões e R$ 5,76 milhões/ano → dentro da margem de 20% de tolerância, pode permanecer no regime até dezembro, mas terá que migrar no próximo ano.

  • Acima de R$ 5,76 milhões/ano → exclusão imediata e retroativa, com recálculo de todos os tributos e risco de altos custos adicionais.

Em qualquer desses cenários, a palavra-chave é a mesma: planejamento. Crescer sem acompanhar o faturamento é colocar a empresa em risco de multas, juros e aumento repentino da carga tributária. Já quem se prepara com antecedência garante uma transição suave, evita prejuízos e ainda encontra formas legais de pagar menos impostos.

E é aqui que entra a importância de ter uma contabilidade especializada ao seu lado. Com o apoio do Meu Contador Online, você pode:

  • Acompanhar o faturamento mês a mês em tempo real.

  • Receber alertas e simulações quando se aproximar do limite.

  • Planejar a migração do Simples Nacional para outro regime com segurança.

  • Garantir que sua empresa cresça de forma saudável, sem surpresas com a Receita Federal.

💡 Se a sua empresa está chegando perto do limite de faturamento, não espere o problema acontecer.
O Meu Contador Online ajuda você a entender exatamente qual é o melhor regime tributário para o seu caso e mostra, com números, como continuar crescendo sem comprometer seus resultados.

Anderson Diogenes Pavanello

Anderson Diogenes Pavanello é engenheiro eletricista pela FEI, contador pela Universidade Estácio de Sá e tem MBA em Gestão e Estratégica e Econômica de Negócios pela FGV. Conquistou mais de 10.000 clientes nos primeiros 5 anos de operação do MEU CONTADOR ONLINE, empresa da qual é sócio fundador e CEO. É professor executivo da disciplina de Gestão de Operação de Negócios no MBA da Fundação Getúlio Vargas. Atuou por mais de uma década como executivo na Claro, onde coordenou projetos de integração entre as empresas Claro, Net e Embratel focado nos processos de vendas e atendimento ao cliente. É especialista em arquitetura e integração de sistemas de informação, gestão de processos e pessoas.

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